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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Momento descontração: Alicia magnânima!

Eu tenho aversão ao português culto.
Sou uma pessoa de vernáculos e que não precisa abrilhantar idéias com palavras que mais se assemelham a códigos indecifráveis.
As vezes fico estarrecida ao me deparar com algumas pessoas,acreditem ou não...
Oras pois,é muito mais fácil de ser entendida se eu falar "homem violento" do que "homem truculento"...
Como também ao citar "jornal semanal" do que "hebdomadário".
Mas se eu quero me tornar uma pessoa notoria... Melhor eu caluniar alguém de "parlapatão" do que "mentiroso,impostor".
As vezes se torna até mais interessante ser "caluniada" do que  "xingada".
E pros amigos intimos o que vocês preferem conquistar: "fidúcia" ou "confiança"?
Eu poderia ainda te elogiar um pouco acrescentando a sua lista de adjetivos e te denominar como uma pessoa muito "arguciosa" mas você pode confundir isso como uma má palavra... Então te chamo de alguém bem "sensato".
Ainda mais perspicaz por ler um blog tão bonito como o meu certo?

Beijos.
Alicia Matos Öberg.

2 comentários:

  1. Olá estranha que parece começar a me fazer buscar uma identidade familiar...

    Em resposta e em comentário.

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    Quando disse 'inextrincável à indecisão' e tu disseste 'que paradoxal', não vi ruptura alguma entre a proposta de pensamento. Que seria tão paradoxal entre a corda bamba vida-morte e a sapiência ou não da hora de tirar a si próprio dessa indecisão por optar rasgar o resto de vida ou de tragar-lhe normalmente, ou da forma que queira, até que as cinzas surjam naturalmente?
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    Bem, nem mais perspicaz pela leitura, nem ofendido pelas escolhas. É bem esse o caminho que entendo de tal coisa 'magnânima'. Só mudam as formas de dizer, cada qual com seu charme. As coisas continuam lá, mas, sempre são passíveis de não existirem, quando não se entra em um consenso de padronização ou quando o léxico permite a coexistência de várias alcunhas. O discutível é se a vida falada abrangentemente deve ser o único peso que deteriore a escolha pela não expressão direta em construções pessoais que querem dizer as coisas simples, mas, de um jeito particular, que desvie quem lê do sentimento particular de quem escreve. Pra não ser capturado; pra ser 'entendido' sem o precisar ser descoberto; Ou só pra criar falsos entendimentos das coisas e proporcionar uma distração 'magnânima', como fizeste.

    Quanto a destino é bem complicado saber.

    Mas quem nos garantirá que nossa fossa será pior ou melhor da que estamos agora, dentro e fora da fossa acadêmica, literária, genérica da vida comum que é mais complexa e tão mais rica em fossa simples que as fossas institucionais?

    É imperativo, pelo andar do tempo, que simplesmente saiamos pelos bits enchendo de detrito o que possa acumular um cano e que mais na frente ele estoure, seja pra molhar o transeunte e a rejeição e nojo criarem a notoriedade do fato ou para dar outra cor às marcas secas da fossa que se deixou ser levada pelo calor do sol.

    Eduardo de Andrade Machado

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  2. Sim. Não vou me prolongar. Já o fiz bastante. Quando eu digo que há um problema em sua proposição por que você subentende que está 'errado'? Simplesmente vi de outro jeito. Confirmando teu argumento.

    Quando digo familiar, por um momento pensei que conhecia a sua pessoa. Mas, acho, talvez que não. Volta então a ser a estranha.

    Que bom.

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