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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Alicia,um pseudônimo vulgar.

Eu não quero me propagandear nesta rede,daí a construção de Alicia. Não pelo motivo de medo,pois sou altamente ferrenha em defender o ponto de vista que acredito.Quem me conhece bem sabe...
Eu uso esta ferramenta simplesmente para preencher o meu espaço ocioso,que geralmente se concentra no meio noturno... Eu gosto de vagar pela madrugada, deixar minha mente trabalhar e quando menos me deparo estou aqui tentando me desembaraçar nas palavras deste blogger.
Alicia é um lindo pseudônimo,eu se pudesse escolher um nome seria Alicia.
Para mim, um nome forte com um suave toque de doçura, bem dificil de ser esquecido...
Hoje eu não ou escrever nada de relevante,pois meu dia não foi o mais inspirador.
O que me veio a cabeça foi apenas a pequena passagem:

"Teus olhos vibrantes lacrimejam amargamente no meu seio arrebatado.
Quem me dera ser a chuva que te molha ao chorar por ter perdido o teu pudor.
E que suas lágrimas não sejam de sangue,pois me fere profundamente.
Que sejam de vinho tinto e que eu não perca de vista este teu olhar labirinto."



Alicia Matos Öberg.

Um comentário:

  1. Mais uma vez é sobre o ser que se fala. Sobre o lugar desejado para a modelação da vida, de uma certa forma. Para a modelação do não modelo em que a vida se constrói. Ser o seio que acalenta, ser o nome que sustenta, a ideia que não vem, o sono disperso. E o medo de quem é? Hahaha. O familiar não me é averso. O familiar me é esquisito, por não ser o familiar de uma pessoa que conheço de outra forma. Fixar ideias nos olhos é forma doce de viver um instante, diante da estranheza instigante da pessoa que se quer entender. Quem se esconde por aliciar respostas a lugares ocultos? Quem será Alicia?

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