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sexta-feira, 4 de março de 2011

A arte da guerra.

"Quando os bens materiais forem abundantes,haverá contenda,quando houver contenda o povo não verá seus superiores como virtosos. Quando os bens forem poucos,o povo se inclinará em direção aos seus superiores e quando isto acontece,tudo o que há sob o céu os respeitará."


Acho eu que Sun Tzu jamais imaginaria que suas idéias iriam percorrer milênios e influenciar até os dias atuais.
A passagem acima é o melhor exemplo de que suas idéias ainda estão vivas no imaginário social.
Para que técnica melhor de dominar um povo do que deixa-lo pobre e à mercê da "bondade" de um líder?
Será que é nessa teoria que se inspiram os meus amigos petistas Dilma e Lula? Eu não sei,mas suspeito!
Outro exemplo bastante atual e discutido é sobre o Egito, egipcios pobres e manipulados,visto como povo mais pacífico existente e com dotes de continuidade chega ao seu estopim de insatisfação e rebela-se!
Ora,para que exemplo melhor que a politica  romana do Pão e Circo?
Não tenho muito mais que me prolongar,além do que não quero polemizar.
Apenas vou citar uma pequena passagem que elaborei:

"E por deveras rosas me tras,porque não me tiras teus espinhos?
E por deveras vezes diz que ama esta terra,porque a aduba com carne e sangue?"


Alicia Matos Öberg.

2 comentários:

  1. Ri um bocado. O povo é deixado pobre pelos líderes... O povo não pode crescer caso não queira, uma vez que existem mais possibilidades de acessos aos meios. Cadê a força individual? Entre numa sala de aula num colégio público. Tá lá, o professor formado, sabe um bocado de coisa, quer dar sua aula, mas o aluno não quer, quer ouvir a swingueira, quer bagunçar, acha que não vai precisar de conteúdo teórico na ação prática de sua vida. Aí engrossa os filões da serv-san no setor de limpeza, mesmo tendo acesso a educação, moradia, tal tal tal. Quem não quer nada, não fará nada. A mão invisível realmente não existe. Porque ela é sopro do vento que o ser escolhe para seguir curso. Caso ele não o queira, a brisa desdobra-se em cantos e arrebatará outro que não ele. O mundo sempre teve uma dinâmica mais complexa que a síntese dialética didatizada. Sun Tzu viu isso. Sua força vem daí. Mas, somos nós que cadenciamos a lógica daquela apreensão intelectual a uma conjuntura contemporânea, quer para prová-la, quer para metaforizá-la. Observemos os poréns.

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  2. Tua comentário em resposta pareceu um tanto a dialética em Hegel, da exteriorização do conceito absoluto e isso é o ressurgimento da idéia incorporada. Mas, continuo discordando.

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